LEIA ATÉ AO FIM POIS VALE A PENA E É MUITO IMPORTANTE SABER ESTAS COISAS.
LÁ DIZ O VELHO DITADO BEM PORTUGUÊS "" O SABER NÃO OCUPA ESPAÇO""
O CALDO VERDE EVITA O CANCRO!
> Por Manuel Luciano da Silva, Médico
>
>
>
> Muita gente sabe que o caldo verde é uma sopa de couve portuguesa,
> tipicamente do norte de Portugal Continental, mas muito divulgada
> por todo o país.
>
> Couve é o nome genérico que se usa para descrever uma grande
> família de hortaliça caracterizada por folhas largas, esverdeadas e
> muito ricas em nervuras, fibra e vitaminas. Existe uma variedade de
> couves: couve galega, couve lombarda, couve crespa, couve penca,
> couve tronchuda, couve bastarda, couve repolho, couve bróculo roxo,
> couve bróculo branco e até couve flor! Mas a couve preferida para se
> fazer o caldo verde, como deve ser, é a couve chamada galega, muito
> cultivada na Província do Minho em Portugal.
>
> Na Nova Inglaterra os nossos emigrantes cultivam nos seus quintais a
> couve galega, depois de usar vários truques para passarem, contra a
> lei, na alfândega as sementes desta couve preferida. Na América há
> uma couve semelhante à galega que tem o nome de: "collards".
>
> Devido às temperaturas negativas as couves galegas não se aguentam
> ao relento durante os meses de inverno e assim a nossa gente usa um
> tipo de couve crispada chamada "kale". Mas o caldo feito de "Kale" não
> é genuinamente caldo verde. Perde a sua característica, não pelo tipo
> diferente de couve, mas sim pelos ingredientes que as cozinheiras
> imigrantes lhe adicionam e que não devem fazer parte da receita do
> caldo verde.
>
> Sucede que a composição da "kale soup" é muito complexa: além da couve
> ou "kale", leva carne de vaca, carne de porco, chouriço, ou linguiça,
> feijão, batata, cenoura, água, sal e mais não sei quê. Gostosa? Sim,
> senhor, mas é tão concentrada, é tão forte que até faz lembrar cimento
> armado ou entulho!...
>
> Em contrapartida a receita do caldo verde é muito simples: água, sal,
> batata ralada, couves cortadas às tiras fininhas, azeite português
> e mais nada!
>
> No entanto há muitas donas de casa que não sabem cozinhar o caldo
> verde como deve ser. Não fazem caldo verde para os seus familiares
> por que dá muita maçada a cortar as couves às tiras muito fininhas...
> Mas talvez a razão principal seja por as cozinheiras portuguesas na
> América pensarem que o caldo verde por ter tantas couves não tem
> nenhum valor nutritivo, não presta para nada! Como estais enganadas,
> minhas senhoras!
>
> Se vos disser que de todos os cozinhados tipicamente portugueses o
> caldo verde é o melhor para a nossa saúde?! Que pensais se vos
> disser, como médico, que o caldo verde evita o cancro?! E se vos
> disser que o caldo verde evita os ataques do coração por reduzir no
> sangue o colesterol, pensais que é fantasia!? E se vos disser mais:
> que o caldo verde evita as pedras na vesícula e evita as
> hemorróidas?!
>
> É caso para perguntardes: se isso é verdade, porque é que levou tanto
> tempo a descobrir que o caldo verde é tão milagroso?!
>
>
>
> DOUTOR BURKITT
>
>
>
>
>
> Na década de setenta o famoso médico inglês Burkitt chefiou um grupo
> de médicos da Grã Bretanha que foram para a África Central estudar as
> diferenças entre as doenças que existem na selva e na zona
> metropolitana de Londres.
>
> Depois de estudos muito apurados o Dr. Burkitt veio a descobrir que
> existe no continente africano um tipo de cancro diferente que é
> causado por um vírus. Esta descoberta foi sensacional porque
> provou-se, pela primeira vez, que certos tipos de cancro podem ser
> causados por vírus. Em honra desta descoberta o mundo médico mundial
> passou a chamar a este tipo de cancro: Linfoma não-Hodgkin de
> Burkitt.
>
> Revelo esta informação médica a respeito do Dr. Burkitt para os
> leitores melhor apreciarem o calibre das observações que a equipa do
> Dr. Burkitt veio a registar no que diz respeito às diferenças que
> existem entre a dieta dos nativos africanos e a dieta do povo
> londrino.
>
> Primeiro os médicos ingleses verificaram que os nativos nunca tinham
> prisão de ventre, não contraiam cancro do recto, não tinham ataques do
> coração, não sofriam de hemorróidas, nem apendicite aguda!
>
> Surpreendidos com estes factos os médicos britânicos constataram que
> os nativos africanos defecavam ou obravam, durante 24 horas, um
> volume, QUATRO VEZES maior do que qualquer cidadão inglês!
>
> Admirados com este achado, os mesmos médicos prosseguindo com as suas
> pesquisas concluíram que a diferença dramática de saúde entre o povo
> inglês e os nativos em África se devia ao facto dos africanos comerem
> NOVENTA POR CENTO de ALIMENTOS RICOS em FIBRAS VEGETAIS, que não
> chegam a ser absorvidos no intestino e saem nas fezes praticamente
> intactos, aumentando assim o volume fecal, evitando portanto a prisão
> de ventre!
>
> Nos últimos anos mais de mil especialistas em todo o mundo têm
> publicado artigos em jornais e revistas médicas sobre as observações
> da equipa médica do Dr. Burkitt, CONFIRMANDO que os alimentos melhores
> para a nossa saúde são aqueles que têm mais fibras vegetais
> não-reabsorvíveis e que nos obrigam a visitar mais vezes a
> retrete.... Eu tive oportunidade de ouvir uma conferência sobre este
> assunto pelo Dr. Burkitt, há vários anos, no Hospital de Roger
> Williams, em Providence, Rhode Island, na qual o famoso médico
> usou esta frase bombástica: "É MAIS IMPORTANTE SABERMOS O VOLUME DA
> MERDA DIÁRIA DUMA PESSOA DO QUE O VALOR DO SEU AÇÚCAR OU DO SEU
> COLESTEROL!"
>
> BENEFÍCIOS DO CALDO VERDE
>
> Para apreciarmos as maravilhosas qualidades do caldo verde temos que
> primeiro analisar o nosso aparelho digestivo. Qual é o comprimento
> do nosso tubo digestivo? Qual é a distância que vai da boca até ao
> ânus? Resposta: O comprimento do nosso tubo digestivo é quase SETE
> vezes a altura de cada pessoa! Deste modo se um homem tem de altura um
> metro e meio, o seu tubo digestivo possui DEZ METROS de comprimento!
> É igual à mangueira de regar o quintal!...
>
> Agora compreendemos melhor porque é que a Natureza exige que a nossa
> alimentação contenha 90 por cento de alimentos com fibras vegetais
> que não sejam reabsorvidas. É preciso que a nossa alimentação
> contenha substâncias que não desapareçam, que não sejam reabsorvidas,
> no percurso do tubo digestivo, porque de contrário não chegará nada
> ao fim do canal que tem em média mais de dez metros de comprimento...
>
> Analisemos agora o conteúdo do caldo verde:
>
> COUVES - As couves são a parte mais importante do caldo verde porque
> são muito ricas em fibras não-reabsorvíveis. Além disso as couves são
> muito ricas em vitamina A e complexos B (tiamina, riboflavina e
> niacina). Possuem também cálcio, ferro, fósforo, potássio, mas têm
> poucas calorias.
>
> AZEITE -- O azeite deve ser português porque é muito rico em ácidos
> não-saturados que fazem baixar o colesterol mau.
>
> BATATA -- serve para amaciar, tornar mais homogéneo o sabor do
> caldo verde e o seu valor calórico não está fora de ordem.
>
> ÁGUA QUENTE -- A água quente do caldo verde é muito importante, porque
> faz funcionar muito melhor os sucos digestivos e os fermentos ou
> enzimas do aparelho digestivo. A água quente faz descontrair os
> esfíncteres ou válvulas do aparelho digestivo, estimula a contracção
> normal da vesícula biliar e relaxa o estômago e os intestinos
> delgado e grosso, tornando a nossa digestão agradável e saudável.
>
> SAL-- Não deve ser exagerado. Só o preciso!
>
> CHOURIÇO -- O chouriço - para ser cortado às rodelas e pôr no caldo
> verde -- deve ser cozido à parte para se deitar fora a água porque
> esta contem os produtos cancerígenos do chouriço devido ao processo
> de ter sido defumado.
>
> BROA -- A broa deve ser à moda portuguesa feita com o farelo e
> farinha de milho como se coze na nossa terra.
>
> Quem comer uma malga de caldo verde todos os dias não tem prisão de
> ventre! Quem não tem prisão de ventre não tem hemorróidas! Por outro
> lado uma pessoa fazendo as suas necessidades diariamente, o fígado é
> obrigado a produzir mais bílis e a vesícula a expelir mais sais
> biliares para untar a tripa por dentro para que os alimentos deslizem
> melhor. Deste modo saindo mais bílis (rica em colesterol) para o
> exterior através das fezes, dá-se uma baixa de colesterol no sangue,
> diminuindo os riscos de ataques cardíacos e de pedras da vesícula
> (compostas por colesterol)! O caldo verde faz também com que a pessoa
> emagreça e se torne mais saudável e mais feliz.
>
>
>
> CANCRO DO CÓLON
> >
>
> Tem-se verificado uma relação directa entre a prisão de ventre e o
> cancro do cólon ou do intestino grosso. Porquê? Porque quando há
> prisão de ventre as fezes ficam paradas no intestino grosso, ou cólon
> e assim os produtos tóxicos contidos nas FEZES RETIDAS bombardeiam
> as células da mucosa intestinal de tal maneira que com a REPETIÇÃO
> deste processo desencadeia-se o princípio do cancro do cólon ou do
> intestino grosso que é uma doença terrível!
>
> Como contra prova dos estudos que a equipa do Dr. Burkitt observou
> em África, deram-se aos nativos africanos dietas iguais à que
> os ingleses e americanos usam com McDonalds, "ice cream" ou sorvetes,
> pizzas, lasanhas, batatas fritas, etc. Inverteu-se a dieta: em vez de
> 90 % de dieta com vegetais os nativos africanos passaram a ter uma
> dieta de SÓ DEZ por cento de vegetais. Resultados: Os nativos
> começaram a engordar, o colesterol começou a subir, passaram a ter
> prisão de ventre e a desenvolver hemorróidas como os ingleses e os
> americanos!
>
> Parece incrível, mas é verdade! No fim do século XX são os povos
> primitivos a ensinar ao homem civilizado, ao homem dos produtos
> sintéticos e das pastilhas qual é a alimentação mais saudável!
>
> Há mais de 40 anos visitei as Termas de Melgaço no Norte de Portugal.
> Estas termas são especialmente dedicadas a doentes diabéticos,
> cardíacos e renais. Observei então que fazia parte do tratamento
> obrigatório, a todas as refeições diárias, um grande prato de caldo
> verde. E todo o doente que quisesse comer fora das três refeições
> só podia comer mais outro prato de caldo verde! O certo é que todos
> os doentes melhoravam das suas enfermidades!
>
> Ainda hoje em Coimbra quando os estudantes fazem uma farra ou há uma
> reunião de curso e se come e se bebe exageradamente... depois duma
> bela guitarrada, à meia noite, serve-se sempre um caldo verde --
> bem quente -- para "limpar e acalmar as entranhas"... Quando tiver
> uma festa grande em sua casa faça o mesmo: ofereça aos seus convidados
> um caldo verde para despedida e para terem boa viajem!...
>
>
>
> RECEITA DO CALDO VERDE À MODA DE VALENÇA DO MINHO
>
> > Dois litros de água; 4 colheres de sopa de azeite português; 750
> gramas de batatas; 1 ou 2 couves galegas conforme o tamanho; sal; 1
> chouriço (cozido à parte); broa.
>
> TÉCNICA: Deita-se a água numa panela com o azeite e as batatas
> descascadas cortadas em 4 pedaços. Põe-se sal quanto baste e deixa-se
> ferver. Quando as batatas estiverem cozidas, tiram-se e passam-se por
> um passador. Voltam à panela para apurar. Entretanto cortam-se as
> couves em tiras o mais fino possível. Lavam-se e deitam-se na panela
> QUINZE minutos antes da sopa ser servida, deixando a panela fever
> DESTAPADA. Serve-se o caldo verde em tigelas de barro, com uma
> rodela de chouriço e um bocadinho de broa.
>
> Como já se encontram à venda na Nova Inglaterra as deliciosas
> sardinhas portuguesas congeladas, pode ser que algum dia algum
> comerciante se lembre de fazer coisa semelhante e nos mande as
> couves galegas já cortadas às tirinhas em caixinhas congeladas,
> prontas a meter na panela, para saborearmos, mesmo durante o Inverno
> severo na América, o nosso genuíno caldo verde!
> Por Manuel Luciano da Silva, Médico
>
>
>
> Muita gente sabe que o caldo verde é uma sopa de couve portuguesa,
> tipicamente do norte de Portugal Continental, mas muito divulgada
> por todo o país.
>
> Couve é o nome genérico que se usa para descrever uma grande
> família de hortaliça caracterizada por folhas largas, esverdeadas e
> muito ricas em nervuras, fibra e vitaminas. Existe uma variedade de
> couves: couve galega, couve lombarda, couve crespa, couve penca,
> couve tronchuda, couve bastarda, couve repolho, couve bróculo roxo,
> couve bróculo branco e até couve flor! Mas a couve preferida para se
> fazer o caldo verde, como deve ser, é a couve chamada galega, muito
> cultivada na Província do Minho em Portugal.
>
> Na Nova Inglaterra os nossos emigrantes cultivam nos seus quintais a
> couve galega, depois de usar vários truques para passarem, contra a
> lei, na alfândega as sementes desta couve preferida. Na América há
> uma couve semelhante à galega que tem o nome de: "collards".
>
> Devido às temperaturas negativas as couves galegas não se aguentam
> ao relento durante os meses de inverno e assim a nossa gente usa um
> tipo de couve crispada chamada "kale". Mas o caldo feito de "Kale" não
> é genuinamente caldo verde. Perde a sua característica, não pelo tipo
> diferente de couve, mas sim pelos ingredientes que as cozinheiras
> imigrantes lhe adicionam e que não devem fazer parte da receita do
> caldo verde.
>
> Sucede que a composição da "kale soup" é muito complexa: além da couve
> ou "kale", leva carne de vaca, carne de porco, chouriço, ou linguiça,
> feijão, batata, cenoura, água, sal e mais não sei quê. Gostosa? Sim,
> senhor, mas é tão concentrada, é tão forte que até faz lembrar cimento
> armado ou entulho!...
>
> Em contrapartida a receita do caldo verde é muito simples: água, sal,
> batata ralada, couves cortadas às tiras fininhas, azeite português
> e mais nada!
>
> No entanto há muitas donas de casa que não sabem cozinhar o caldo
> verde como deve ser. Não fazem caldo verde para os seus familiares
> por que dá muita maçada a cortar as couves às tiras muito fininhas...
> Mas talvez a razão principal seja por as cozinheiras portuguesas na
> América pensarem que o caldo verde por ter tantas couves não tem
> nenhum valor nutritivo, não presta para nada! Como estais enganadas,
> minhas senhoras!
>
> Se vos disser que de todos os cozinhados tipicamente portugueses o
> caldo verde é o melhor para a nossa saúde?! Que pensais se vos
> disser, como médico, que o caldo verde evita o cancro?! E se vos
> disser que o caldo verde evita os ataques do coração por reduzir no
> sangue o colesterol, pensais que é fantasia!? E se vos disser mais:
> que o caldo verde evita as pedras na vesícula e evita as
> hemorróidas?!
>
> É caso para perguntardes: se isso é verdade, porque é que levou tanto
> tempo a descobrir que o caldo verde é tão milagroso?!
>
>
>
> DOUTOR BURKITT
>
>
>
>
>
> Na década de setenta o famoso médico inglês Burkitt chefiou um grupo
> de médicos da Grã Bretanha que foram para a África Central estudar as
> diferenças entre as doenças que existem na selva e na zona
> metropolitana de Londres.
>
> Depois de estudos muito apurados o Dr. Burkitt veio a descobrir que
> existe no continente africano um tipo de cancro diferente que é
> causado por um vírus. Esta descoberta foi sensacional porque
> provou-se, pela primeira vez, que certos tipos de cancro podem ser
> causados por vírus. Em honra desta descoberta o mundo médico mundial
> passou a chamar a este tipo de cancro: Linfoma não-Hodgkin de
> Burkitt.
>
> Revelo esta informação médica a respeito do Dr. Burkitt para os
> leitores melhor apreciarem o calibre das observações que a equipa do
> Dr. Burkitt veio a registar no que diz respeito às diferenças que
> existem entre a dieta dos nativos africanos e a dieta do povo
> londrino.
>
> Primeiro os médicos ingleses verificaram que os nativos nunca tinham
> prisão de ventre, não contraiam cancro do recto, não tinham ataques do
> coração, não sofriam de hemorróidas, nem apendicite aguda!
>
> Surpreendidos com estes factos os médicos britânicos constataram que
> os nativos africanos defecavam ou obravam, durante 24 horas, um
> volume, QUATRO VEZES maior do que qualquer cidadão inglês!
>
> Admirados com este achado, os mesmos médicos prosseguindo com as suas
> pesquisas concluíram que a diferença dramática de saúde entre o povo
> inglês e os nativos em África se devia ao facto dos africanos comerem
> NOVENTA POR CENTO de ALIMENTOS RICOS em FIBRAS VEGETAIS, que não
> chegam a ser absorvidos no intestino e saem nas fezes praticamente
> intactos, aumentando assim o volume fecal, evitando portanto a prisão
> de ventre!
>
> Nos últimos anos mais de mil especialistas em todo o mundo têm
> publicado artigos em jornais e revistas médicas sobre as observações
> da equipa médica do Dr. Burkitt, CONFIRMANDO que os alimentos melhores
> para a nossa saúde são aqueles que têm mais fibras vegetais
> não-reabsorvíveis e que nos obrigam a visitar mais vezes a
> retrete.... Eu tive oportunidade de ouvir uma conferência sobre este
> assunto pelo Dr. Burkitt, há vários anos, no Hospital de Roger
> Williams, em Providence, Rhode Island, na qual o famoso médico
> usou esta frase bombástica: "É MAIS IMPORTANTE SABERMOS O VOLUME DA
> MERDA DIÁRIA DUMA PESSOA DO QUE O VALOR DO SEU AÇÚCAR OU DO SEU
> COLESTEROL!"
>
> BENEFÍCIOS DO CALDO VERDE
>
> Para apreciarmos as maravilhosas qualidades do caldo verde temos que
> primeiro analisar o nosso aparelho digestivo. Qual é o comprimento
> do nosso tubo digestivo? Qual é a distância que vai da boca até ao
> ânus? Resposta: O comprimento do nosso tubo digestivo é quase SETE
> vezes a altura de cada pessoa! Deste modo se um homem tem de altura um
> metro e meio, o seu tubo digestivo possui DEZ METROS de comprimento!
> É igual à mangueira de regar o quintal!...
>
> Agora compreendemos melhor porque é que a Natureza exige que a nossa
> alimentação contenha 90 por cento de alimentos com fibras vegetais
> que não sejam reabsorvidas. É preciso que a nossa alimentação
> contenha substâncias que não desapareçam, que não sejam reabsorvidas,
> no percurso do tubo digestivo, porque de contrário não chegará nada
> ao fim do canal que tem em média mais de dez metros de comprimento...
>
> Analisemos agora o conteúdo do caldo verde:
>
> COUVES - As couves são a parte mais importante do caldo verde porque
> são muito ricas em fibras não-reabsorvíveis. Além disso as couves são
> muito ricas em vitamina A e complexos B (tiamina, riboflavina e
> niacina). Possuem também cálcio, ferro, fósforo, potássio, mas têm
> poucas calorias.
>
> AZEITE -- O azeite deve ser português porque é muito rico em ácidos
> não-saturados que fazem baixar o colesterol mau.
>
> BATATA -- serve para amaciar, tornar mais homogéneo o sabor do
> caldo verde e o seu valor calórico não está fora de ordem.
>
> ÁGUA QUENTE -- A água quente do caldo verde é muito importante, porque
> faz funcionar muito melhor os sucos digestivos e os fermentos ou
> enzimas do aparelho digestivo. A água quente faz descontrair os
> esfíncteres ou válvulas do aparelho digestivo, estimula a contracção
> normal da vesícula biliar e relaxa o estômago e os intestinos
> delgado e grosso, tornando a nossa digestão agradável e saudável.
>
> SAL-- Não deve ser exagerado. Só o preciso!
>
> CHOURIÇO -- O chouriço - para ser cortado às rodelas e pôr no caldo
> verde -- deve ser cozido à parte para se deitar fora a água porque
> esta contem os produtos cancerígenos do chouriço devido ao processo
> de ter sido defumado.
>
> BROA -- A broa deve ser à moda portuguesa feita com o farelo e
> farinha de milho como se coze na nossa terra.
>
> Quem comer uma malga de caldo verde todos os dias não tem prisão de
> ventre! Quem não tem prisão de ventre não tem hemorróidas! Por outro
> lado uma pessoa fazendo as suas necessidades diariamente, o fígado é
> obrigado a produzir mais bílis e a vesícula a expelir mais sais
> biliares para untar a tripa por dentro para que os alimentos deslizem
> melhor. Deste modo saindo mais bílis (rica em colesterol) para o
> exterior através das fezes, dá-se uma baixa de colesterol no sangue,
> diminuindo os riscos de ataques cardíacos e de pedras da vesícula
> (compostas por colesterol)! O caldo verde faz também com que a pessoa
> emagreça e se torne mais saudável e mais feliz.
>
>
>
> CANCRO DO CÓLON
> >
>
> Tem-se verificado uma relação directa entre a prisão de ventre e o
> cancro do cólon ou do intestino grosso. Porquê? Porque quando há
> prisão de ventre as fezes ficam paradas no intestino grosso, ou cólon
> e assim os produtos tóxicos contidos nas FEZES RETIDAS bombardeiam
> as células da mucosa intestinal de tal maneira que com a REPETIÇÃO
> deste processo desencadeia-se o princípio do cancro do cólon ou do
> intestino grosso que é uma doença terrível!
>
> Como contra prova dos estudos que a equipa do Dr. Burkitt observou
> em África, deram-se aos nativos africanos dietas iguais à que
> os ingleses e americanos usam com McDonalds, "ice cream" ou sorvetes,
> pizzas, lasanhas, batatas fritas, etc. Inverteu-se a dieta: em vez de
> 90 % de dieta com vegetais os nativos africanos passaram a ter uma
> dieta de SÓ DEZ por cento de vegetais. Resultados: Os nativos
> começaram a engordar, o colesterol começou a subir, passaram a ter
> prisão de ventre e a desenvolver hemorróidas como os ingleses e os
> americanos!
>
> Parece incrível, mas é verdade! No fim do século XX são os povos
> primitivos a ensinar ao homem civilizado, ao homem dos produtos
> sintéticos e das pastilhas qual é a alimentação mais saudável!
>
> Há mais de 40 anos visitei as Termas de Melgaço no Norte de Portugal.
> Estas termas são especialmente dedicadas a doentes diabéticos,
> cardíacos e renais. Observei então que fazia parte do tratamento
> obrigatório, a todas as refeições diárias, um grande prato de caldo
> verde. E todo o doente que quisesse comer fora das três refeições
> só podia comer mais outro prato de caldo verde! O certo é que todos
> os doentes melhoravam das suas enfermidades!
>
> Ainda hoje em Coimbra quando os estudantes fazem uma farra ou há uma
> reunião de curso e se come e se bebe exageradamente... depois duma
> bela guitarrada, à meia noite, serve-se sempre um caldo verde --
> bem quente -- para "limpar e acalmar as entranhas"... Quando tiver
> uma festa grande em sua casa faça o mesmo: ofereça aos seus convidados
> um caldo verde para despedida e para terem boa viajem!...
>
>
>
> RECEITA DO CALDO VERDE À MODA DE VALENÇA DO MINHO
>
> > Dois litros de água; 4 colheres de sopa de azeite português; 750
> gramas de batatas; 1 ou 2 couves galegas conforme o tamanho; sal; 1
> chouriço (cozido à parte); broa.
>
> TÉCNICA: Deita-se a água numa panela com o azeite e as batatas
> descascadas cortadas em 4 pedaços. Põe-se sal quanto baste e deixa-se
> ferver. Quando as batatas estiverem cozidas, tiram-se e passam-se por
> um passador. Voltam à panela para apurar. Entretanto cortam-se as
> couves em tiras o mais fino possível. Lavam-se e deitam-se na panela
> QUINZE minutos antes da sopa ser servida, deixando a panela fever
> DESTAPADA. Serve-se o caldo verde em tigelas de barro, com uma
> rodela de chouriço e um bocadinho de broa.
>
> Como já se encontram à venda na Nova Inglaterra as deliciosas
> sardinhas portuguesas congeladas, pode ser que algum dia algum
> comerciante se lembre de fazer coisa semelhante e nos mande as
> couves galegas já cortadas às tirinhas em caixinhas congeladas,
> prontas a meter na panela, para saborearmos, mesmo durante o Inverno
> severo na América, o nosso genuíno caldo verde!
Fonte: Informação recebida por e-mail, desconheço a autoria


